Como Sacar o FGTS Após a Demissão: Passo a Passo

FGTS

Após a demissão sem justa causa, o trabalhador tem direito a sacar o saldo do FGTS e a multa de 40% depositada pelo empregador. Veja como funciona o processo e o que verificar antes de sacar.

Quando é possível sacar o FGTS

O saque integral do FGTS é permitido principalmente em casos de demissão sem justa causa, término de contrato por prazo determinado, rescisão indireta e algumas outras hipóteses previstas em lei, como aposentadoria.

Documentos necessários

Normalmente são solicitados documento de identificação, carteira de trabalho (física ou digital) e o termo de rescisão do contrato de trabalho (TRCT) informando o motivo da saída.

Como conferir se o valor está correto

É importante conferir o extrato do FGTS para verificar se todos os depósitos mensais foram realizados corretamente durante o contrato e se a multa de 40% foi calculada sobre o valor total, e não apenas parcialmente.

O que fazer se identificar diferenças

Quando há indícios de recolhimento incorreto ou ausência de depósitos, é possível reivindicar a regularização administrativamente ou por meio de ação trabalhista, incluindo o período não recolhido corretamente.

Perguntas Frequentes

Quanto tempo demora para o FGTS cair na conta após a demissão?

Normalmente a liberação ocorre em poucos dias úteis após a formalização da rescisão no sistema, mas pode variar conforme o banco e o tipo de saque.

Quem pede demissão tem direito a sacar o FGTS?

Em regra, quem pede demissão não pode sacar o saldo do FGTS por essa modalidade, apenas em situações específicas previstas em lei.

A empresa pode atrasar o recolhimento do FGTS?

Não. O atraso reiterado no recolhimento do FGTS pode inclusive fundamentar um pedido de rescisão indireta do contrato de trabalho.

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